Flávio Bolsonaro recebe apoio de 14 governadores e de Augusto Cury
Candidato do PL reúne governadores eleitos em primeiro turno e assina carta de compromissos com terceiro colocado na disputa presidencial.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reuniu-se em Brasília, em 8 de outubro de 2026, com 14 governadores eleitos em primeiro turno e com o terceiro colocado no pleito, Augusto Cury, para consolidar apoios políticos no segundo turno das eleições.
- Governadores eleitos: 14 chefes de Executivos estaduais de partidos como PL, Republicanos, PP e MDB formalizam apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.
- Augusto Cury: Terceiro colocado na disputa presidencial adere à campanha mediante assinatura de carta de compromissos programáticos.
- Aposentados do INSS: Candidato promete reajuste de benefícios acima da inflação caso seja eleito.
- Beneficiários do Bolsa Família: Flávio Bolsonaro nega que extinguirá o programa de transferência de renda em eventual governo.
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), recebeu nesta quinta-feira, 8 de outubro de 2026, o apoio a Flávio Bolsonaro de um grupo de 14 governadores eleitos em primeiro turno e do terceiro colocado na disputa presidencial, Augusto Cury. O encontro político ocorreu em Brasília e marca a articulação do candidato para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Entre os governadores presentes na reunião estavam representantes de partidos como PL, Republicanos, PP e MDB. Um dos destaques foi Sergio Moro (PL-PR), eleito para o governo do Paraná. Moro, que foi ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, havia deixado o cargo após divergências públicas com o ex-presidente sobre interferências na Polícia Federal.
Outro governador eleito presente foi Douglas Ruas (PL-RJ), do Rio de Janeiro. A eleição de Ruas ocorreu após uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que anulou os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos), definindo o pleito fluminense ainda no primeiro turno.
Como o apoio a Flávio Bolsonaro foi formalizado por Augusto Cury
Augusto Cury, que obteve 2,89% dos votos válidos no primeiro turno da eleição presidencial, confirmou sua adesão à campanha de Flávio Bolsonaro por meio de nota oficial. O apoio foi condicionado à assinatura de uma carta de compromissos contendo pautas programáticas defendidas pelo ex-candidato.
O documento assinado por Flávio Bolsonaro prevê a defesa de propostas como o fim da reeleição para o cargo de presidente da República, a garantia de alternância de poder e a promoção da pacificação nacional. A carta também estabelece compromissos com a proteção às mulheres, a valorização dos professores e o direcionamento de recursos para o financiamento de microempreendedores.
Promessas de campanha e transmissão ao vivo
Na noite de quinta-feira, Flávio Bolsonaro realizou uma transmissão ao vivo pela internet, em formato semelhante às lives promovidas por seu pai, Jair Bolsonaro, durante o mandato presidencial. No pronunciamento, o candidato tratou de temas sociais e econômicos.
O candidato negou os rumores de que pretenda extinguir o programa Bolsa Família caso vença a eleição presidencial. Além disso, Flávio Bolsonaro assumiu o compromisso de conceder reajustes acima da inflação para os aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), classificando a medida como uma proteção à categoria.
Perguntas frequentes
Quais governadores declararam apoio a Flávio Bolsonaro?
Um grupo de 14 governadores eleitos em primeiro turno, filiados a partidos como PL, Republicanos, PP e MDB, declarou apoio ao candidato. Entre eles estão Sergio Moro, eleito no Paraná, e Douglas Ruas, eleito no Rio de Janeiro.
Quais foram as condições para o apoio de Augusto Cury?
Augusto Cury condicionou seu apoio à assinatura de uma carta de compromissos que inclui o fim da reeleição presidencial, alternância de poder, pacificação nacional, proteção às mulheres, valorização de professores e financiamento para microempreendedores.
O que Flávio Bolsonaro prometeu sobre o Bolsa Família e aposentadorias?
O candidato afirmou que manterá o programa Bolsa Família e prometeu que os aposentados do INSS terão reajustes de seus benefícios acima da inflação.