STF adia para depois das eleições julgamento de recurso de Bolsonaro
Decisão do gabinete do relator, ministro Kassio Nunes Marques, visa evitar interferência no segundo turno do pleito presidencial de 2026.
Editoria
Decisão do gabinete do relator, ministro Kassio Nunes Marques, visa evitar interferência no segundo turno do pleito presidencial de 2026.
Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) voltam às urnas em 25 de outubro; seis estados e o Distrito Federal também escolhem governador no mesmo dia.
Totalização do TSE foi concluída em 5 de outubro. Abstenção ficou em 21,08%, e a diferença entre os dois primeiros foi de 2,22 milhões de votos.
Tribunal diz que falha afetou só a divulgação nacional dos votos para presidente. Missão da OEA elogiou a organização, mas citou desinformação.
Quinto colocado fechou apoio em Goiânia. Augusto Cury e Renan Santos disseram que não vão indicar voto; Lula passou o dia com a coordenação de campanha.
Ministro do TSE viu impulsionamento irregular de propaganda negativa. Em outra decisão, mandou remover posts falsos sobre Lula e a bandeira do Brasil.
Alcolumbre marcou cinco sessões de debate antes da votação. Lula desafia Flávio a apoiar a PEC; o candidato do PL defende jornada escolhida pelo trabalhador.
Cada turno é uma eleição independente. Quem faltou em 4 de outubro vota normalmente no dia 25, mas precisa justificar a ausência até 3 de dezembro.
No dia 25, a justificativa pode ser feita pelo celular, fora do município de votação. Depois, o prazo vai até 8 de janeiro de 2027, com comprovante.
Basta um documento oficial com foto, físico ou digital, mesmo vencido. Celular não entra na cabine, mas colinha em papel é permitida.